Reacção do Presidente da CMP à Petição Pública

Ao atribuir em concessão, de maneira obscura, o Ilhéu de Santa Maria por 105 anos (75+30 de opção), em troca de 1000 empregos veniais e uns trocados para embelezar a Gamboa, o presidente da Câmara Municipal da Praia, Dr. José Ulisses Correia e Silva demostrou o quão despreparado está para governar Cabo Verde.

Já em 2006 eu avisava: Os lucros da indústria do jogo são FABULOSOS, e as contrapartidas devem ser negociadas para A PERIFERIA da Cidade, nunca para o investidor embelezar o seu próprio investimento: Parece-me óbvio que nenhum investidor irá investir no Djeu com a Gamboa no estado em que está. Ele próprio, impulsivamente, tratará de melhorar a orla marítima, para o bem do seu investimento.

Ter dirigentes incapazes de ver (e saber) uma coisa tão óbvia e que se apressam em incluir o tratamento da orla marítima da Gamboa no pacote das contrapartidas, era só o que nos faltava!

É por esta e por outras que o Presidente da CMP tem que abrir o dossier das negociações a todos os caboverdeanos, sem mais delongas!

Djeu: As razões da Petição

Como é já público, tomámos a iniciativa de pedir a todos os cidadãos caboverdeanos, com especial realce para os praienses, que subscrevam entre 27 de Outubro e 31 de Dezembro de 2015, uma Petição a ser entregue na Procuradoria Geral da República e na Assembleia Nacional buscando a suspensão da Convenção de Estabelecimento para o Projecto Turístico Integrado do Ilhéu de Santa Maria/Gamboa, assinado em Macau entre a Câmara Municipal da Praia e a Macau Legend Development Ltd. no passado dia 22 de Julho de 2015, pelas seguintes razões: Continuar a ler “Djeu: As razões da Petição”

História da Gestão das ZDTIs – Parte 2

PROGRAMA “QUARTA-À-NOITE“, do Jornalista Moisés Évora – RCV

Emitido a 4 de Outubro de 2006

Relembro aqui o primeiro de uma prometida e infelizmente, esquecida série de programas sobre a maneira como a Cabo Verde Investimentos (CI) era gerida e funcionava em 2006. Hoje, nove anos depois, constata-se que os investimentos pomposos anunciados nessa altura efectivamente se confirmaram como flops e embustes extremamente danosos dos interesses do povo caboverdeano. E AGORA? Continuar a ler “História da Gestão das ZDTIs – Parte 2”